No TEAR, a Antroposofia, a Psicologia e a Arte se entrelaçam. Por isso a abrangência da ajuda pode ser ampliada. Nos meandros onde a palavra não alcança, a arte chega e mobiliza; onde a arte é apenas higiênica ou uma técnica a se conquistar, a escuta terapêutica e a forma integral de se ver o ser humano abrem as possibilidades de atuação.
Partindo desta urdidura tríplice - pensar à luz da Antroposofia, sentir ancorado pela Psicologia e agir através de exercícios da Arte - o paciente começa a tecer soluções mais criativas para suas questões internas e práticas da vida. Acolhido amorosamente pelo terapeuta, desenovela os fios, colore as tramas e tece sua obra maior: viver.
Saber do Homem (ou sobre o Homem).
A busca do caminho de exercícios artísticos terapêuticos
Estudo da psiquê (ou alma).
O papel da arte na infância hoje
Prática e expressão do "belo".